O
programa” Amigos do Zippy” se concentra em ensinar as crianças a encontrarem
suas próprias soluções para os problemas, aprendendo que é preciso respeitar a
si e ao próximo, incentivando a colaboração para achar soluções e procurar
ajuda. Com ele foi trabalhado a saúde emocional, comunicação, sentimento de
tristeza, alegria, raiva, ciúmes, nervosismo, a comunicação, a amizade,
ajudando a lidar com mudanças e perdas. E nesta sexta-feira foram honrados com
o selo e certificado de formatura. Parabéns alunos, vocês foram ótimos!
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Alunos dos 1ºs anos do período da tarde realizam passeata conscientizadora
Tratar
da importância do uso consciente dos recursos naturais é de suma importância
social e nesta semana as turminhas dos 1ºs anos B e C representaram muito bem e
foram em campo para pedir a colaboração da comunidade no uso consciente da
água.
É
isso aí galerinha, precisamos cuidar daquilo que nos garante a vida!!!
Quintos anos apresenta “Festival de Educação Integral”
No
último dia 26 os alunos dos 5ºs anos apresentaram para os pais e também para os
alunos da nossa escola que estudam no período da tarde uma mostra dos trabalhos
realizados ao longo do ano de 2014, dentre os trabalhos apresentados
destacaram-se, crônicas de autores consagrados e de autoria dos próprios
alunos, encenações com base nos estudos da obra “Sítio do Picapau Amarelo” e
uma Apresentação de fim de Ano que contagiou a todos com seu ritmo e com a
batida de copos realizada pelos alunos. Teve ainda a exposição de trabalhos
realizados nas Oficinas.
Parabéns
5ºs anos, vocês brilharam mais uma vez!!!
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Quartos
anos B e C encerram projeto “Horta na Escola”
É
com muita satisfação que neste bimestre estamos encerrando o Projeto
"Horta na escola" desenvolvido pelos 4º Ano B - Prof.ª Ângela e pelo
4º Ano C - Prof.ª Joseana. A iniciativa faz parte do projeto "Fazenda
Legal" realizado pela Fundação Parque Zoológico de São Paulo em
parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Votorantim. Durante o ano
todo as professoras realizaram atividades práticas de preparo do solo, plantio,
irrigação e colheita de verduras, legumes e plantas medicinais.
Simultaneamente
as atividades práticas, em sala de aula foi desenvolvido um rico trabalho
interdisciplinar em torno da nossa horta, tais como:
-
Ciências, Geografia, Português e Artes: tipos de solo; solo adequado para o
plantio, experiências com o solo, plantio com sementes e mudas, irrigação,
erosão, a fotossíntese, valor nutricional dos alimentos, a pirâmide alimentar,
a digestão, a saúde através das plantas.
-
História e Matemática: cultura popular da utilização das plantas medicinais;
propriedades das plantas medicinais plantadas na horta; pesquisa com as
famílias sobre o uso de chás, degustação de vários chás, gráficos de barra e
pizza sobre o uso de plantas medicinais e chás.
Todos
esses temas foram trabalhados através de vídeos, textos informativos e
científicos, imagens, experiências, relatos e cartazes.
Os
registros desses temas foram feitos através de um livro coletivo das duas
turmas de quarto ano, assim como um CD com fotos de todo o projeto.
A
relevância do projeto para a escola foi valorizar e cuidar de um ambiente ali
existente. Para a sociedade em geral estamos formando pessoas que respeitam a
natureza e valorizam a vida; todo o sentimento externado pela horta poderá ser
ampliado tornando - os mais sensíveis e conscientes de que a vida depende do
meio ambiente, e que o meio ambiente depende de cada um de nós.
O 3º ano B também participa do projeto "Amigos do
Zippy", onde aprendem a lidar com seus sentimentos e emoções.
No final de outubro,
tivemos a visita da psicóloga e pedagoga Eliana, que nos presenteou com sua
presença em uma de nossas aulas. Eliana interagiu com os alunos, participou das
atividades e autografou os desenhos feitos pelas crianças em uma atividade
proposta pelo projeto.
Foi um momento
produtivo e agradável. As crianças amaram!
O 3º ano B da professora Selma apresentou na 6ª feira, dia
07 de novembro, a música Gato burguês.
Gato burguês é uma
poesia escrita por Odete Baraúna, onde foram trabalhadas as rimas.
Essa poesia foi
musicalizada pela autora e os alunos puderam mostrar para as crianças da tarde
o que aprenderam.
Momento de integração e motivação para os
alunos, tão importante para o processo ensino aprendizagem.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Festa "Dia das Crianças"
O dia da alegria
Em comemoração ao Dia das Crianças os alunos da escola
puderam alegrar-se e brincar. Teve show de mágica, brinquedos, lanche especial
e muita diversão!!!
Projeto "No Compasso da Orquestra"
Música e dança levam alunos a
um mundo de descobertas
A Escola Municipal “Abimael
Carlos de Campos” realizou neste mês de outubro o 2º Festival de Música e Dança
do projeto “No Compasso da Orquestra”.
Com o Teatro Municipal
“Francisco Beranger” lotado, o espetáculo encerrou um ciclo de grandes
descobertas para os alunos e apresentou aos pais e convidados o resultado de um
trabalho pedagógico amplo e planejado, que envolveu toda a escola, funcionários
e colaboradores.As atividades foram trabalhadas no decorrer do terceiro
bimestre, de forma interdisciplinar. “A temática musical e de estudo de obras brasileiras
consagradas foi a inspiração para a leitura, a escuta, o estudo sobre
instrumentos musicais, alguns autores, características geográficas e históricas
onde a produção musical acontece e também as escritas, interpretações e
registros”, detalha.A realização do projeto, pelo segundo ano, contou com a
participação da comunidade local, além da colaboração de músicos. O objetivo
principal foi contribuir com o repertório dos alunos através de músicas
clássicas, enriquecendo as atividades didáticas e tornando-as mais
significativas. A diretora acentua que, com esse trabalho “foi possível
descobrir talentos e despertar o gosto
pela música em muitos alunos”.
Projeto "Por trás das Linhas"
Alunos
apresentam clássico de Maria Clara Machado no teatro
Para
encerrar o projeto "Por trás das linhas" que contou com pesquisa,
incentivo à leitura, aulas práticas e descobertas marcantes, alunos dos quintos
anos lotaram o Teatro Municipal "Francisco Beranger" para o
espetáculo teatral "A Menina e o Vento". A produção foi apreciada por
toda a comunidade escolar, com a presença das famílias e apoio técnico de
toda equipe da unidade.
A
Menina e o Vento é um clássico da literatura e da dramaturgia nacional de
autoria de Maria Clara Machado e original de 1962. Além da riqueza
trabalhada no imaginário infantil, com a trama que permite à personagem principal viajar
na garupa do vento, a história propõe uma viagem pelo Brasil e sua diversidade.
A escolha da peça para o projeto escolar teve o objetivo de contribuir com uma
fase importante de descobertas para os alunos, que estão concluindo o quinto
ano do Ensino Fundamental, incentivar a formação de leitores, além de
apresentar às crianças arte do teatro, estimular o conhecimento, o envolvimento
com novas formas de pesquisa e o gosto pela arte.
Por
trás das linhas
O
projeto "Por trás das linhas" nasceu da preocupação da escola em
sanar problemas acerca da dificuldade de leitura e interpretação de boa parte
dos alunos, da percepção da falta de contato com livros e da
consciência de que a formação de um bom cidadão depende da formação de um bom
leitor.
Durante
um ano de trabalho, uma série de atividades foi desenvolvida, buscando a
leitura de bons textos e livros, de suas vivências e estudo, conhecendo um
pouco sobre a vida e interesse dos autores, visita a bibliotecas e teatro,
campanhas de arrecadação de livros, produção de registros, contação de
histórias e como ponto culminante e de sensibilização, a reprodução da
peça "A Menina e o Vento" e exposição dos trabalhos.
Sessenta
alunos de duas turmas participaram do projeto e estiveram envolvidos com todas
as etapas de estudos, pesquisas, ensaios e produção do espetáculo. A
participação e colaboração dos pais também foi muito importante e
presente, funcionários da escola, as professoras e seus familiares também se
envolveram. Sem o amor, dedicação e comprometimento de todas essas pessoas esse
belo trabalho não seria possível.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
A relação entre a inclusão digital e o trabalho de gestão e diálogo com a comunidade escolar
A
proximidade entre a escola e a comunidade constitui-se em um fator predominante
para o processo de ensino e aprendizagem de qualidade. Saber o que se passa na
escola, informar-se quanto aos seus propósitos, planejamento, metas e ações que
serão desencadeadas para alcançá-las, formas de participação e ajuda, requer
acesso a informação e diálogo
Frente
a este cenário a gestão precisa buscar meios de ir ao encontro dessa
comunidade.
Percebemos
um grande crescimento do uso da internet e um elevado acesso as tecnologias da
informação e comunicação e a criação de estratégias informatizadas para que a
comunidade possa acompanhar, interagir, questionar e colaborar com o processo
de aprendizagem pode ser uma ponte entre a escola e a comunidade.
Criar
mecanismos como estes traz consigo algumas indagações: E a inclusão digital?
Será que toda a comunidade terá condições de fazer uso dessas ferramentas? Qual
o uso que nossos alunos estão fazendo? Estão incluídos digitalmente?
Tanto
na escola, como em nossas casas percebemos a velocidade com que as tecnologias
avançam, sistemas operacionais se alteram, modelos de aparelhos também,
determinadas formas de exercício da cidadania estão limitadas a capacidade de
fazer uso dessas tecnologias, como quando é necessária uma inscrição pela
internet, um agendamento pela internet, a segunda via de um boleto pela
internet, mas é em grande parte desconsiderado que boa parte da população,
embora existam programas do governo que disponibilizam equipamentos de acesso
gratuito ainda não está formada para o uso eficaz dessas tecnologias, não estão
“alfabetizadas” para esse exercício. Então temos, até o presente momento uma
parcela dessa comunidade sofrendo pela exclusão digital.
O
papel do gestor é o de tratar junto à comunidade sobre caminhos possíveis de se
inserir essas tecnologias digitais no processo de ensino-aprendizagem, e se
queremos uma sociedade capaz de fazer uso delas, precisamos também inseri-las
no projeto político-pedagógico da escola. Espaços como a sala de informática,
lousa digital, vídeo e outros devem ser valorizados e utilizados, mas com
cautela. A sociedade atual tem uma presença muito forte no mundo digital,
nossos alunos são “nativos digitais”, por isso a educação não pode
desconsiderá-lo, mas é preciso cautela de como o incorporamos, para que o
caráter distrativo não se sobressaia. Ele deve ser acessado para pesquisa,
comunicação, extensão de assuntos ao público, potencializando suas
características no que tange a simultaneidade, mobilidade, instantaneidade,
pois se temos um novo público é preciso refletir sobre novos paradigmas, como
disse o físico alemão Albert Einstein: “Tolice é fazer as coisas sempre do
mesmo jeito e esperar resultados diferentes”, mas nunca privar a educação da
comunicação direta, do trabalho do professor, da formação.
A
inclusão digital precisa estar, antes de mais nada, ligada a um projeto muito
maior, que é de educação e inclusão social, refletindo nessa mudança sem
abandonar o que precisa ser preservado na nossa história, sendo flexíveis sem
ser volúveis, valorizando especialmente, como diz Mario Sergio Cortella, o uso
da mais avançada tecnologia humana “um dispositivo chamado cérebro”. Desafiemos
nossos alunos, dinamizemos com eles, façamos uma aula expositiva, mas que
possamos também propor a pesquisa, a exibição de vídeos, jogos interativos,
associação da realidade ao conteúdo trabalhado. Busquemos garantir condições
para que essas atividades de realizem, dialogando com a escola sobre os
problemas enfrentados e unindo forças na resolução desses problemas.
Que
a escola possa colaborar não só ensinando a aprender mas ensinando a ensinar.
Que nossos alunos sejam disseminadores de boas práticas. Que tenham
conhecimentos das inciativas da escola, que participem. A escola tem de levar
em conta o foco e o interesse dos alunos, ninguém deixa de se interessar por
aquilo que interessa. Que conversem sobre elas com seus pais e que a comunidade
inteirada e participativa possa junto com a escola assumir a responsabilidade
sobre o processo educativo.
Para começar...
Olá!
Sou Alessandra Menck M. de Almeida, formada
em Pedagogia, Psicopedagogia Clínica e Psicopedagogia Institucional. Atuei como
professora durante 5 anos e trabalho na gestão de escolas há 3 anos e meio.
Criei este blog para a EMEF "Prof.
Abnimael Carlos de Campos", município de Votorantim, com o objetivo de
levar ao público maiores informações sobre atividades que a escola vem
desenvolvendo, publicando fotos, dando recados, além de abrir um espaço para diálogo
junto a comunidade, enfim, criar um mecanismo que aproxime a participação de
todos e possibilite uma troca entre todo o público interessado. Espero que
consiga atingir esses objetivos e que gostem! Participem conosco!
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